CRÍTICA 1: JOÃO HENRIQUE VIEIRA PIANETTI
Primeiramente, acho importante enfatizar que a composição do slide em si tem grande importância na hora de apresentar uma ideia, de forma que uma composição agradável enfatiza e harmoniza características importantes. Dito isso, nesse slide percebe-se que as imagens devem ser observadas individualmente e não como uma composição do slide em si, de tal forma que se torna menos relevante que as imagens conversem entre si. Porém, a margem da esquerda ser consideravelmente menor que a da direita incomoda, gera tensão desnecessária e deveria ter sido levado em consideração na hora de organizar o slide.
Em termos de composição, as fotos têm foco muito bem definido, dando um senso de propósito e profundidade para as fotografias. Em particular a terceira foto se torna muito interessante por trazer formas muito bem definidas nos contrastes, com um design agradável utilizando formas simples, explorando retas e curvas.
Em última análise, bom uso de contrastes, formas interessantes e uso muito legal de texturas e perspectivas.CRÍTICA 2: ISABELA DARIDE MOTA GASPAR
Essa composição é excepcional. Tanto em termos de como as fotos estão dispostas no slide, como em termos da composição individual de cada foto. O uso da repetição é completamente intencional e muito bem executado nas três fotos, trazendo uma sensação de movimento e guiando nossos olhos pelas imagens. Outro ponto muito positivo é o uso de curvas e retas, de forma que uma balanceia a outra. As curvas na parte central da primeira foto, por exemplo, são muito bem balanceadas com as retas verticais no fundo, e esse padrão se repete na terceira foto, com a adição de um novo plano caracterizado por um túnel, que trás um ar misterioso para a foto, muito agradável de se olhar. Em última análise, o fato de serem folhas de papel trazem uma característica orgânica ás fotos, pequenas imperfeições que tornam a composição, ao meu ver, ainda mais interessante.
CRÍTICA 3: NINA COUTINHO DUARTE
A distribuição das fotos no slide, deixando apenas a borda de baixo exposta, foi uma escolha muito interessante e trás uma sensação de grandeza para as fotos. Em termos de composição individual, o que chama atenção é o uso da repetição, que trás movimento, mas não de forma suave, a escolha das formas geométricas e da assimetria, ao meu ver, muito intencional, passam uma sensação um pouco mais agressiva. Entretanto, na vista da terceira foto, a sensação muda ao passo que as formas parecem conversar mais entre si, e se tornam mais definidas e simples, trazendo uma sensação de maior harmonia e leveza, assim como um contraste interessante com as outras duas fotos. As pontas já não parecem tão afiadas quando observadas de perto. Em última análise, a tensão criada na primeira foto entre as pontas dos papeis e os limites da imagem me pareceu intencional e agregou para essa leitura mais agressiva que esse ângulo proporciona.



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